Drake sofre derrota na justiça para a Universal Music por faixa de Kendrick Lamar
Rapper canadense alegava violação de direitos autorais, mas decisão judicial favorece gravadora e fortalece liberdade criativa no hip-hop

A disputa judicial entre o rapper Drake e a gravadora Universal Music Group ganhou destaque após a Justiça dos Estados Unidos rejeitar a ação movida pelo artista.
O processo envolvia uma diss track da faixa Not Like Us, lançada por Kendrick Lamar, que contém trechos considerados ofensivos e provocativos direcionados a Drake. O canadense alegava que a música utilizava indevidamente elementos protegidos por direitos autorais, mas o tribunal entendeu que não houve infração legal.
A polêmica começou quando Kendrick Lamar lançou Not Like Us como parte de uma série de diss tracks trocadas entre os dois artistas. A faixa rapidamente viralizou, sendo considerada por muitos como uma das mais impactantes da rivalidade. Em resposta, Drake entrou com uma ação alegando que a música continha trechos que infringiam sua propriedade intelectual, incluindo referências a composições anteriores e supostos samples não autorizados.
No entanto, a justiça americana decidiu que os elementos utilizados por Kendrick Lamar estavam dentro dos limites legais de uso criativo. A decisão destacou que, no contexto do hip-hop, é comum o uso de referências, interpolações e provocações entre artistas, especialmente em diss tracks, que fazem parte da cultura do gênero.
O tribunal também considerou que a faixa de Lamar não reproduzia de forma substancial nenhuma obra protegida de Drake, e que o conteúdo se enquadrava como expressão artística legítima.
Universal Music celebra vitória contra Drake
A Universal Music Group, que representa Kendrick Lamar, celebrou a decisão como uma vitória da liberdade criativa. A gravadora argumentou que a tentativa de censura por parte de Drake poderia abrir precedentes perigosos para a indústria musical, limitando a capacidade dos artistas de se expressarem por meio de suas obras. A rejeição da ação reforça o entendimento de que a arte, especialmente em gêneros como o rap, deve ter espaço para crítica, confronto e inovação.
A juíza Jeannette Vargas, que cuidou do caso entre Drake, Universal Music e Kendrick Lamar, considerou as alegações de Drake como “não acionáveis”. Com isso, o caso foi considerado encerrado pela corte.
Com o processo encerrado, os dois artistas seguem suas carreiras, mas a rivalidade permanece como um dos momentos mais intensos da cena musical recente. Not Like Us continua a ser celebrada por fãs e críticos, enquanto Drake avalia os próximos passos após a derrota judicial.
O processo envolvia uma diss track da faixa Not Like Us, lançada por Kendrick Lamar, que contém trechos considerados ofensivos e provocativos direcionados a Drake. O canadense alegava que a música utilizava indevidamente elementos protegidos por direitos autorais, mas o tribunal entendeu que não houve infração legal.
A polêmica começou quando Kendrick Lamar lançou Not Like Us como parte de uma série de diss tracks trocadas entre os dois artistas. A faixa rapidamente viralizou, sendo considerada por muitos como uma das mais impactantes da rivalidade. Em resposta, Drake entrou com uma ação alegando que a música continha trechos que infringiam sua propriedade intelectual, incluindo referências a composições anteriores e supostos samples não autorizados.
No entanto, a justiça americana decidiu que os elementos utilizados por Kendrick Lamar estavam dentro dos limites legais de uso criativo. A decisão destacou que, no contexto do hip-hop, é comum o uso de referências, interpolações e provocações entre artistas, especialmente em diss tracks, que fazem parte da cultura do gênero.
O tribunal também considerou que a faixa de Lamar não reproduzia de forma substancial nenhuma obra protegida de Drake, e que o conteúdo se enquadrava como expressão artística legítima.
Universal Music celebra vitória contra Drake
A Universal Music Group, que representa Kendrick Lamar, celebrou a decisão como uma vitória da liberdade criativa. A gravadora argumentou que a tentativa de censura por parte de Drake poderia abrir precedentes perigosos para a indústria musical, limitando a capacidade dos artistas de se expressarem por meio de suas obras. A rejeição da ação reforça o entendimento de que a arte, especialmente em gêneros como o rap, deve ter espaço para crítica, confronto e inovação.
A juíza Jeannette Vargas, que cuidou do caso entre Drake, Universal Music e Kendrick Lamar, considerou as alegações de Drake como “não acionáveis”. Com isso, o caso foi considerado encerrado pela corte.
Com o processo encerrado, os dois artistas seguem suas carreiras, mas a rivalidade permanece como um dos momentos mais intensos da cena musical recente. Not Like Us continua a ser celebrada por fãs e críticos, enquanto Drake avalia os próximos passos após a derrota judicial.
