Florence + The Machine anuncia novo álbum 'Everybody Scream'
Novo trabalho de estúdio chega ao mercado em 31 de outubro com edições especiais e colaborações marcantes

Florence Welch está de volta com um novo capítulo de sua intensa e poética trajetória musical. O sexto álbum de estúdio da banda Florence + The Machine, intitulado Everybody Scream, tem lançamento marcado para o dia 31 de outubro de 2025 pela Universal Music, e promete ser um mergulho profundo nas emoções humanas, explorando temas como espiritualidade, envelhecimento, parceria e a complexidade da cura.
A faixa-título já está disponível nas plataformas digitais, acompanhada de um videoclipe dirigido por Autumn de Wilde, que traduz visualmente a intensidade sonora da canção.
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Foto: Universal Music / Republic Records[/caption]
Após o sucesso de Dance Fever em 2022, Florence retorna com uma obra que reflete os desafios enfrentados nos últimos anos, incluindo uma cirurgia de emergência durante a turnê anterior. Esse momento de vulnerabilidade levou a artista a revisitar elementos do misticismo, do horror folclórico e da espiritualidade feminina, que permeiam tanto as letras quanto a estética do novo projeto.
Everybody Scream, a música que dá nome ao álbum, começa com notas suaves de sintetizador e vocais etéreos, mas rapidamente se transforma em uma explosão rítmica marcada por batidas aceleradas e gritos que evocam catarse. A performance vocal de Florence é visceral, alternando entre delicadeza e fúria, como se cada verso fosse uma tentativa de libertação.
Na canção, ela canta: “Aqui eu não preciso me calar / Aqui eu não preciso ser gentil / Extraordinária e comum ao mesmo tempo / Mas olha como me esgoto / Sangue no palco / Como posso partir quando você grita meu nome?”. Essa letra revela o conflito entre o desejo de se afastar e a necessidade de permanecer conectada ao público, à arte e à própria identidade.
A faixa-título já está disponível nas plataformas digitais, acompanhada de um videoclipe dirigido por Autumn de Wilde, que traduz visualmente a intensidade sonora da canção.
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Foto: Universal Music / Republic Records[/caption]Após o sucesso de Dance Fever em 2022, Florence retorna com uma obra que reflete os desafios enfrentados nos últimos anos, incluindo uma cirurgia de emergência durante a turnê anterior. Esse momento de vulnerabilidade levou a artista a revisitar elementos do misticismo, do horror folclórico e da espiritualidade feminina, que permeiam tanto as letras quanto a estética do novo projeto.
Everybody Scream, a música que dá nome ao álbum, começa com notas suaves de sintetizador e vocais etéreos, mas rapidamente se transforma em uma explosão rítmica marcada por batidas aceleradas e gritos que evocam catarse. A performance vocal de Florence é visceral, alternando entre delicadeza e fúria, como se cada verso fosse uma tentativa de libertação.
Na canção, ela canta: “Aqui eu não preciso me calar / Aqui eu não preciso ser gentil / Extraordinária e comum ao mesmo tempo / Mas olha como me esgoto / Sangue no palco / Como posso partir quando você grita meu nome?”. Essa letra revela o conflito entre o desejo de se afastar e a necessidade de permanecer conectada ao público, à arte e à própria identidade.
Florence: colaborações que ampliam a narrativa
O álbum foi escrito e produzido ao longo de dois anos, com a participação de artistas que compartilham da mesma sensibilidade artística. Entre os colaboradores estão Mark Bowen, da banda IDLES, Aaron Dessner, conhecido por seu trabalho com o The National e Taylor Swift, e a cantora Mitski. Os três aparecem no videoclipe da faixa-título, reforçando o caráter coletivo e emocional do projeto.
A presença desses nomes não apenas enriquece o som do álbum, mas também cria pontes entre diferentes estilos e gerações, mostrando que a música de Florence + The Machine continua a dialogar com o que há de mais relevante na cena alternativa contemporânea.
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Everybody Scream será lançado em diversos formatos, incluindo uma edição especial chamada Chamber Edition. Essa versão traz quatro faixas em versões de câmara exclusivas, além de uma arte de capa diferenciada, um pôster de 60x90 cm e um livreto de 16 páginas com textos e imagens inéditas. Os discos vêm em vinil de 180 gramas, distribuídos em um encarte triplo, garantindo uma experiência física e sonora de alta qualidade.
Além da Chamber Edition, o álbum estará disponível em vinil tradicional, CD, download digital e duas versões em cassete — uma delas chamada Bloodwood Edition, que promete ser um item raro e cobiçado por colecionadores.
O novo trabalho de Florence mergulha em questões existenciais com uma abordagem artística que mistura o sombrio e o sublime. A artista explora o envelhecimento como um processo de transformação, a parceria como um espaço de vulnerabilidade e a morte como parte inevitável da jornada humana. A estética do álbum, influenciada por elementos de horror folclórico e espiritualidade feminina, reforça essa atmosfera de introspecção e intensidade.
A escolha da data de lançamento — 31 de outubro, Dia das Bruxas — não é coincidência. Ela dialoga com o imaginário místico que permeia o disco, criando uma conexão simbólica entre o conteúdo lírico e o contexto cultural.
Everybody Scream marca o retorno de Florence + The Machine com uma obra que revela uma nova faceta de sua sensibilidade. É um álbum que grita, literalmente, por atenção, por cura e por liberdade. Em tempos de incerteza, Florence oferece uma trilha sonora para quem busca se reconectar com suas emoções mais profundas.
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